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“Terceiro espaço” vira desejo de trabalhadores no pós-pandemia

Um levantamento global da Accenture, feito com mais de 9.650 pessoas em 19 países, incluindo o Brasil, mostra que a possibilidade de decidir como e onde trabalhar deve ser permanente, mesmo após o fim da pandemia do novo coronavírus. Entre os entrevistados, 79% gostariam de eventualmente atuar a partir de um “terceiro espaço” – um lugar que não seja nem a casa e nem o escritório. Mais da metade estaria disposta a pagar até US$ 100 por mês do próprio bolso para poder exercer suas funções de um café, bar, hotel ou outro local com espaço dedicado. Na avaliação da consultoria, isso indica uma série de oportunidades potenciais para o aumento de receita nos setores de hospitalidade e varejo.

O desejo de poder trabalhar a partir de um “terceiro espaço” vem acompanhado de uma série de mudanças também em relação às viagens de negócios. Entre os participantes do estudo, 46% não têm planos de deslocamentos do tipo após a pandemia ou pretendem diminuir os antigos custos com viagens pela metade. Ainda é incerto, no entanto, quanto tempo essa nova tendência irá durar, mas atualmente acredita-se que o mercado de viagens a lazer será o primeiro a retornar, trazendo adaptações ao setor para uma operação mais eficiente a fim de compensar a perda de rendimento do período.

“A pandemia forçou o surgimento do que chamamos de ‘pragmatismo criativo’, especialmente entre empresas de viagens e hospitalidade que tiveram que buscar novas fontes de rendimento durante a crise”, comentou Emily Weiss, diretora geral e líder do grupo para o setor de viagens global da Accenture. “Alguns hotéis transformaram seus quartos em restaurantes temporários, já outros testaram a oferta temporária de suas áreas de escritório para os clientes em busca de um ‘terceiro espaço’ para trabalhar. Embora tenha havido experiências com inovação em áreas bem específicas, as empresas precisam dimensionar esses novos serviços e levar em conta o novo foco dos viajantes em saúde e segurança, por exemplo, usando a nuvem para a implantação de interações totalmente livres de contato.”

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