Lewandowski faz política ao barrar privatização sem aval do Congresso

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, concedeu nesta quarta-feira (27) uma liminar impedindo que o governo venda, sem autorização do Congresso, o controle acionário de empresas públicas de economia mista, como Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil. A decisão inclui subsidiárias e controladas e abrange as esferas estadual e municipal da administração pública. Para David […]

“Tentativa de fraudar urna seria descoberta instantaneamente”

A urna eletrônica começou a ser usada no Brasil em 1996, mas ainda hoje a confiabilidade do sistema é questionada. Em entrevista a MONEY REPORT, Rodrigo Coimbra, chefe da seção de Voto Informatizado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirma que, desde então, nenhuma falha grave foi registrada, em especial a adulteração de votos. O técnico […]

“A burocracia tira o incentivo para empreender”

 
Qual avaliação as pessoas deveriam fazer antes de tentar ter o próprio negócio?
 
Muitas vezes as pessoas montam uma empresa pela necessidade de trabalhar. Tem muita gente que se aventura em fazer coisas que não sabe. Já começa por aí a chance de não conseguir sobreviver. Na minha visão, o que vale é o olho no olho. Ligar para o cliente, falar com ele ou estar frente a frente. Assim que os projetos são fechados. Se você não tem essa relação, se você não gasta sola de sapato para bater na porta do cliente, sentar com ele e entender o que ele quer, a chance de sucesso é menor. Quer fazer um negócio crescer, esteja na linha de frente com o objetivo final, que é o cliente. O empreendedor tem que estar ligado diretamente com ele o máximo possível.
 
 
Como se explica o fato de muitas empresas fecharem as portas ainda no primeiro ano de atividade?
 
A falta de planejamento é um dos principais fatores. O empreendedor começa o negócio sem saber o que pretende fazer, sem ter conhecimento do quanto tem no caixa da empresa e até onde é possível investir. Antes de tudo, é preciso fazer uma plano de negócio razoável. Outro ponto é que é impossível empreender no Brasil. Como exemplo, temos filiais na Argentina e no Chile e abrimos um escritório nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos abrimos a empresa em um dia. No dia seguinte eu tinha conta no banco com o nome da empresa. No Chile, o processo demorou três dias. No terceiro dia eu já podia emitir uma nota fiscal. Aqui no Brasil estamos há seis meses tentando fazer uma mudança na Junta Comercial e não conseguimos.
 
 
De que forma a burocracia atrapalha o ambiente de negócios no país?
 
A burocracia e a forma como você tem que contratar e demitir no Brasil serve como falta de incentivo para empreender. Por isso, a reforma tributária é fundamental. Se você perguntar para qualquer empresário, ele vai reclamar que é impossível entender a parte fiscal do Brasil. Existe tanto imposto, tanta confusão, que muita gente desiste.
 
 
Dentro disso, qual deveria ser o papel do Estado na economia?
 
Se o governo simplificasse os impostos e a burocracia para abrir e fechar empresas, que deveria ser o foco, já melhoraria o ambiente de negócios e contribuiria para a expansão da economia. Eu gostaria que o Estado não estivesse envolvido em nada. Quanto menos o governo intervir na economia é melhor. Pode e deve regular, mas não se intrometer, sendo dono de empresas. O governo deveria ter outras prioridades, como oferecer uma linha de crédito para o desenvolvimento de startups.
 
 
Qual seria sua recomendação para quem pensa em empreender?
 
Arregaçar as mangas. Acredito que sempre tem oportunidades para pessoas determinadas. Mas é preciso fazer uma autoanálise para saber se você vai ter comprometimento e determinação para chegar a um objetivo. Além da força de vontade, é necessário ter competência. Escolher uma coisa que saiba fazer bem e conhecer tudo sobre a atividade. Outro ponto vital é se cercar de pessoas capacitadas.

“Só vai sobreviver no mercado quem trabalhar com parcerias”

Em entrevista a MONEY REPORT, Paulo Pontin, managing partner da Verizon, fala sobre a qualidade dos serviços de telefonia móvel, conexões lentas, expectativa pelo 5G, inovação, sobrevivência das empresas e como a tecnologia influencia no desenvolvimento da economia. Confira:  

Como aproveitar as brechas das grandes empresas para empreender?

Em entrevista a MONEY REPORT, Daniela Cruz, fundadora da Vult Cosmética, conta como foi ter começado a empresa do zero e o desafio de crescer no mercado enfrentando gigantes do setor. A empresária também fala sobre projetos sociais e a presença de mulheres nos cargos de chefia.    

Desânimo do eleitor pode ser tendência na disputa presidencial

Quase metade do eleitorado (49,33%) do Tocantins deixou de escolher um candidato no primeiro turno do pleito suplementar para governador realizado no último domingo (3). Os votos nulos somaram 17,13%, os brancos 2,06% e 30,14% da população sequer apareceu. O desânimo do eleitor fica evidente na comparação com o primeiro turno da disputa para governador […]

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