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Baldy é denunciado pela Lava-Jato por corrupção em contratos de saúde

Da redação
18 de agosto de 2020

A força-tarefa da Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro denunciou o secretário licenciado de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, e outras dez pessoas pelos crimes de corrupção, peculato, fraude em licitações e organização criminosa. O grupo é suspeito de fraudes em contratos de saúde. As acusações são do período em que Baldy ocupou os cargos de ministro das Cidades de Michel Temer e de deputado federal por Goiás. Não há qualquer relação da apuração com o cargo que Baldy ocupa no governo João Doria.

Baldy foi preso pela Polícia Federal em 6 de agosto, em cumprimento de mandados expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Na ocasião, ele se licenciou do cargo que ocupa no governo paulista. As investigações do Ministério Público Federal (MPF) indicam que Baldy se envolveu em ações criminosas para liberação de pagamentos à organização social Pró-Saúde, que foi gestora do Hospital de Urgência da Região Sudoeste, em Goiás, entre 2010 e 2017. O secretário do governo paulista foi solto dois dias depois da prisão por determinação do ministro Gilmar Mendes, do STF.

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