O IBGE divulgou nesta quarta-feira (12) que o comércio varejista nacional cresceu 8% em junho na comparação com maio, na série com ajuste sazonal, após um salto (revisado) de 14,4% em maio frente a abril. O resultado reforça os sinais de recuperação dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. Na série sem ajuste sazonal, em relação a junho de 2019, o setor avançou 0,5%. O varejo agora acumula queda de 3,1% no ano e está praticamente estável (alta de 0,1%) levando em conta os últimos 12 meses.
Quase todas as atividades analisadas pela pesquisa cresceram na passagem de maio para junho (veja quadro abaixo). Os maiores percentuais foram de “livros, jornais, revistas e papelarias” (69,1%), “tecidos, vestuário e calçados” (53,2%), “móveis e eletrodomésticos” (31%) e “outros artigos de uso pessoal e doméstico” (26,1%). “Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação” (22,7%), “combustíveis e lubrificantes” (5,6%) e “hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo” (0,7%) foram as demais atividades que tiveram resultados positivos. A exceção ficou por conta de “artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos”, com queda de 2,7% no período.

