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China e UE aderem à coalização brasileira de mercado de carbono

Da redação
8 de novembro de 2025
No total, 11 países aderiram ao plano que prevê uma padronização nos parâmetros

O Brasil anunciou, na última sexta-feira (7), durante a COP30 em Belém (PA) um plano concreto para descarbonização na economia. A “Coalização Aberta de Mercados Regulados de Carbono” recebeu a adesão de 11 países, incluindo UE e China.

O mecanismo, liderado pelo Ministério da Fazenda, tenta padronizar os parâmetros de mercado de carbono pelo mundo, estabelecendo um limite para a emissão de gases pelas empresas. As que menos poluirem, ganham crédito e as maiores poluidoras, precisam comprar créditos para compensar os gases emitidos.

Atualmente, cada país tem uma forma diferente de monitorar este processo, o que pode gerar discrepâncias. Os mercados também não possuem interoperabilidade, o que impede que o crédito de um mercado regulado seja negociado no segmento voluntário.

Além do Brasil, UE e China, também aderiram ao plano Alemanha, Armênia, Canadá, Chile, França, México, Reino Unido e Zâmbia. A iniciativa também prevê uma troca de experiências sobre suas metodologias.

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