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Wajngarten diz que carta da Pfizer sobre oferta de vacinas ficou dois meses sem resposta

O ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fabio Wajngarten confirmou nesta quarta-feira (12), em depoimento à CPI da Pandemia no Senado, que a Pfizer encaminhou em setembro do ano passado uma carta sobre a oferta de vacinas contra o novo coronavírus. Wajngarten indicou que o Ministério da Saúde não havia dado um retorno à companhia “até 9 de novembro”. O ex-chefe da Secom acrescentou que, quando soube da iniciativa da farmacêutica de abrir tratativas com o governo brasileiro, levou o assunto ao presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a atitude “proativa” foi republicana e para ajudar. “Quando soube em novembro do ano passado, que a Pfizer endereçara uma carta ao governo brasileiro, procurei imediatamente tentar auxiliar de eventual impasse. Como secretário de comunicação da Presidência da República era bombardeado diariamente por dezenas de pautas da mídia, cobrando informações e posicionamento do Governo da imunização. Naquela altura, o maior desejo da sociedade era um só, vacinas. Daí, vi, por bem, levar o assunto ao presidente Bolsonaro, na busca de uma solução rápida. E assim foi feito”, declarou. Wajngarten esclareceu que, na ocasião, a proposta do laboratório envolvia “500 mil vacinas”, e não 70 milhões de doses. O ex-secretário negou ter participado posteriormente das negociações.

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