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Vacinados também terão que usar máscaras, dizem especialistas

A campanha de vacinação não significará que os imunizados estarão livres e soltos para fazer o que quiserem pelas ruas, praias e shoppings, enquanto os demais devem se cuidar. Mesmo se a pandemia for debelada com sucesso no Brasil, mediante o uso de seja com qual vacina, por um bom tempo as contaminações continuarão a ocorrer. A intensidade vai variar de acordo com o cuidado das populações. Daí a necessidade da continuidade do uso de máscaras, distanciamento e álcool em gel por, talvez, até o final de 2021, recomenda a pesquisadora de vacinas da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Raquel Stucchi.

Há um outro ponto que deve ser levado em conta com atenção e que ainda não atraiu a atenção do grande público. Vacinados (CoronaVac, AstraZeneca, Covaxin etc ) poderão desenvolver a doença de forma branda ou ficarem assintomáticos. É aí que se mantém o risco. “Se vc adoeceu pode transmitir. Pode transmitir menos, mas mesmo assim isso tem importância na manutenção da epidemia”, também alerta o consultor da SBI, Fábio Gaudenzi. A estimativa de Stucchi é que a diminuição da circulação do vírus deva ocorrer quando cerca de 70% da população brasileira estiver vacinada, o que perfaz quase 148 milhões de pessoas.

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