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DEM libera integrantes a apoiarem quem quiserem na disputa presidencial

BRASÍLIA (Reuters) – O DEM decidiu liberar seus líderes e militantes a apoiarem quem quiserem no segundo turno da eleição presidencial, informou nota do presidente nacional do partido e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, nesta quarta-feira.

O DEM, que sempre fez oposição aos governos do PT, chegou a investir na candidatura à Presidência do atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), mas depois desistiu da empreitada e embarcou na coligação do tucano Geraldo Alckmin, que terminou em quarto lugar no primeiro turno.

“Neste novo tempo que se anuncia, não cabem invasão e destruição de propriedades, e muito menos mensalão ou petrolão. É o momento de substituir a prática do ‘toma lá dá cá’ da velha política pelos verdadeiros interesses públicos. Governar com os mais qualificados e ter responsabilidade fiscal. Encontrar uma solução para os mais de 13 milhões de brasileiros que estão desempregados. É hora de enfrentar, com coragem e determinação, o desafio de soerguer o nosso país”, afirma o presidente na nota.

O segundo turno será disputado entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

“Ficam, assim, os nossos líderes e militantes de todo Brasil liberados para, seguindo as suas convicções, apresentarem a sua manifestação de voto neste segundo turno”, acrescentou.

Na disputa pelo primeiro turno, o DEM se aliou ao chamado centrão e decidiu, em bloco, apoiar Alckmin na corrida presidencial. 

No domingo, o DEM elegeu 29 deputados federais, quatro senadores e dois governadores.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Edição de Alexandre Caverni)

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