Image Image Image Image Image Image Image Image Image Image
Scroll to top

Top

Nenhum comentário

“Teto de gastos cria desordem no setor público”, diz Haddad

“Teto de gastos cria desordem no setor público”, diz Haddad

O candidato a vice-presidente Fernando Haddad (PT) afirmou nesta quinta-feira (9), em sabatina promovida pelo BTG Pactual, que o próximo presidente brasileiro não sairá das urnas com a força imaginada. “Vamos ter que construir uma agenda de estado com a oposição. Se isso for feito, acredito que a economia vai reagir prontamente”, disse Haddad. O petista criticou o teto de gastos públicos aprovado pelo governo Michel Temer (MDB). “É inexequível aplicar essa medida por dez anos. Ela cria uma desordem no setor público e não é capaz de inibir as pautas-bomba”, declarou. “Tanto que estamos discutindo um reajuste de 16% para os ministros do STF”, acrescentou. O ex-prefeito de São Paulo indicou que, em um eventual novo governo, o PT irá “ter uma conversa franca” com o sistema bancário sobre os spreads. “Não podemos continuar convivendo com essas altas taxas ao tomador final sem justificava”, comentou. “Antigamente a Selic era o fantasma que inibia a queda do spreads. Estamos com uma Selic baixa e o spread não cai. Não é questão de caça às bruxas, mas de ter um sistema de crédito racional”, completou. Haddad afirmou ainda que o partido pretende fazer uma reforma tributária com a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), tributar lucros e dividendos e encaminhar uma reforma previdenciária no primeiro ano de governo.

Envie seu comentário