O ministro da Educação, Abraham Weintraub, vai continuar sendo investigado no inquérito que apura a disseminação de notícias falsas e ameaças contra os integrantes do STF. Em julgamento no plenário virtual, seis ministros da Corte (Cármen Lúcia, Edson Fachin, Celso de Mello, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Rosa Weber) já votaram pela rejeição do habeas corpus apresentado pelo ministro da Justiça, André Mendonça, que tentava tirar Weintraub da investigação. O nome do chefe da Educação foi envolvido no caso por conta de uma declaração na reunião de 22 de abril no Palácio do Planalto. Na ocasião, Weintraub chamou os ministros do STF de “vagabundos” e sugeriu a prisão deles.
