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Relembre outros casos de atentatos a políticos brasileiros

Jair Bolsonaro não foi o primeiro político brasileiro a sofrer um atentato. Houve outras tentativas, e um caso de assassinato, que mudaram a história do país.

O caso mais célebre ocorreu em 1954, contra o político e jornalista Carlos Lacerda, no que ficou conhecido como “Atentado da Rua Tonelero”, que fica em Copacabana, no Rio de Janeiro. Um dos principais opositores ao governo de Getúlio Vargas, Lacerda sobreviveu a um ataque a tiros na frente de sua casa, mas viu seu segurança Major Rubens Vaz morrer na sua frente. Como o chefe da guarda pessoal de Vargas admitiu ser mandante do crime, Lacerda passou a acusar o presidente diretamente, desencadeando uma crise que levaria Vargas ao suicídio, poucos meses depois.

Em 1930, o assassinato do governador paraibano João Pessoa foi considerado o estopim da Revolução de 30, que depôs o presidente Washington Luís e alçou Getúlio Vargas ao posto. Pessoa era vice de Getúlio em chapa que concorria à Presidência, e sua morte acabou servindo de combustível para o movimento de ruptura.

Já em 1966, o candidato à Presidência, o marechal Arthur da Costa e Silva, da Arena, o partido dos militares, foi alvo de um atentado a bomba no Recife, no aeroporto de Guararapes. Costa e Silva, que viria a ser presidente entre 1967 e 1969, acabou escapando do ataque após seu avião mudar o trajeto original e aterrissar em João Pessoa (PB). A explosão vitimou duas pessoas.

Até Dom Pedro II sofreu um ataque. Em 1889, a carruagem que levava o imperador foi alvejada por tiros durante um protesto de cunho republicano contra ele, no Rio de Janeiro.

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