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Procuradores da Lava-Jato em São Paulo pedem renúncia coletiva

Sete integrantes da força-tarefa da Operação Lava-Jato em São Paulo apresentaram na quarta-feira (2) um pedido de desligamento coletivo ao procurador-geral da República, Augusto Aras. Segundo o Estadão, os procuradores argumentaram no ofício “incompatibilidades insolúveis com a atuação da procuradora natural dos feitos da referida força-tarefa, Dra. Viviane de Oliveira Martinez”. Eles relataram dificuldades encontradas junto à procuradora, que assumiu o 5º ofício da Procuradoria da República em São Paulo, responsável pelos casos da Lava-Jato no estado, em março deste ano. O grupo aponta que Viviane Martinez passou a opor “resistência ao aprofundamento da investigações em curso, argumentando que lhe faltaria uma conexão processual forte”. O jornal revela ainda que houve inclusive um pedido para o adiamento de uma ação que atingiria o ex-governador de São Paulo (atual senador) José Serra (PSDB).

Por que é importante

A renúncia coletiva é mais um capítulo do embate entre os procuradores regionais que atuam nos casos da Lava-Jato e o PGR, Augusto Aras

Quem ganha

Os investigados pela força-tarefa em São Paulo, já que as apurações podem ficar paralisadas

Quem perde

O confronto afeta o combate à corrupção

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Mônica.