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“Presumi que o presidente soubesse”, diz ex-chanceler sobre carta da Pfizer

Ao ser questionado nesta terça-feira (18) na CPI da Pandemia, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo informou que sabia da carta enviada pelo CEO global da Pfizer às autoridades brasileiras para tratar da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica. Araújo disse não ter comunicado o presidente da República sobre o aviso encaminhado pela empresa em 12 de setembro de 2020, com a oferta de imunizantes, porque presumia que Jair Bolsonaro já tivesse conhecimento do documento. “A carta da Pfizer foi endereçada a diversas autoridades. Não comuniquei o presidente da República porque ele já estava como um dos destinatários. Aliás, eu não era destinatário. Presumia que ele já soubesse”, disse o ex-chanceler. Na última semana, o gerente-geral da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo, revelou que o governo brasileiro ignorou as primeiras propostas – de até 70 milhões de doses – feitas pelo laboratório em agosto do ano passado.

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