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PF faz operação em empresa de Maximiano, representante da Covaxin e alvo da CPI

A Polícia Federal (PF) cumpre, no início da manhã desta quinta-feira (30), mandados de busca e apreensão na sede da Global Gestão em Saúde, empresa de Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, alvo da CPI da Pandemia por suspeitas de participação de um esquema de superfaturamento nas negociações para a venda da vacina indiana Covazin ao governo federal.

A Global fica em Barueri, na Grande São Paulo, e seria uma engrenagem para a lavagem de dinheiro. A ação da PF é feita em conjunto com o Ministério Público Federla (MPF) e Receita Federal. São cumpridos oito mandados de busca e apreensão na Grande São Paulo e na cidade de Passos, Minas Gerais, mediante ordens da 2ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

A Precisa atuou como intermediária entre o laboratório indiano Bharat Biotech, fabricante da Covaxin, e o Ministério da Saúde. A empresa nunca divulgou detalhes do contrato com os indianos, que é de natureza internacional, portanto supostamente fora do alcance da Justiça brasileira. Esse contrato pode revelar a real dimensão do superfaturamento e os caminhos para a lavagem de dinheiro e sua distribuição para agentes público com emprego de uma ou mais empresas instaladas em paraísos fiscais (offshore). Uma delas, a Madison, fica em um escritório de contabilidade em um bairro de Cingapura.

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