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Pacheco não tem pressa para decidir sobre prorrogação da CPI da Pandemia

Mesmo com as assinaturas necessárias, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), informou na terça-feira (29) que só deve dar andamento aos trâmites regimentais para uma possível prorrogação da CPI da Pandemia quando o prazo inicial de 90 dias terminar, em 7 de agosto. O requerimento para prolongar os trabalhos da comissão que apura as ações e omissões do governo federal no enfrentamento à crise sanitária foi apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). “A Presidência considera que esta análise deve ser feita ao final do prazo de 90 dias da comissão e, por certo, será feita nesta ocasião, analisando as condições objetivas e subjetivas para tanto”, disse Pacheco. O regimento do Senado prevê a leitura do requerimento pelo presidente no plenário para que a CPI possa ser prolongada.

Por que é importante

Caso seja prorrogada por mais 90 dias, a CPI tende a ampliar o desgaste do governo

Quem ganha

A comissão, que ganha tempo para novas frentes de investigação e para colher mais depoimentos sobre os fatos já apurados

Quem perde

O presidente Jair Bolsonaro, que pode ter a popularidade afetada ainda mais

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