Senador pré-candidato do PL ao Planalto adota discurso “centrado” sobre responsabilidade fiscal, redução de gastos e corte de impostos
MONEY REPORT deu início ao seu tradicional ciclo de conversas com os pré-candidatos à presidência da República. O primeiro a participar foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se reuniu com cinquenta empresários na tarde da última quarta-feira (17). Em uma hora e meia, falou sobre segurança, economia e até diversidade. Apresentando-se como o “Bolsonaro que todos queriam”, reforçou que é bem mais pacífico que o pai e com o traquejo político que faltou ao líder da família. O senador afirmou que, caso eleito, irá dar foco à responsabilidade fiscal, redução de gastos públicos e trabalhar pelo corte de impostos, em um direcionamento liberal à economia.
Sobre segurança pública, campanha e apoio político
“Nossa política de Segurança Pública inclui a reconquista de territórios. 25% da população brasileira vive em áreas dominadas pelo crime organizado. Daremos início a essa política pelos presídios, onde os bandidos dão ordens”.
“Acredito que a eleição de 2026 será entre qual caminho o Brasil deverá seguir. Não tenho dúvida que os brasileiros escolherão o caminho da prosperidade e não do precipício”.
“O governador Tarcísio foi a primeira pessoa que conversei após o anúncio de minha candidatura à Presidência. Ele é um amigo e vai caminhar comigo no mesmo palanque. O Tarcísio é um pilar dessa estratégia nacional”.
Flávio Bolsonaro se queixou da perseguição política sofrida pelo pai Jair, mas ponderou que o único caminho para resolver a situação envolve negociação política e respeito às leis. De forma geral, agradou aos presentes e se mostrou interessado nas demandas do empresariado neste ensaio de campanha eleitoral. Foi seu segundo encontro com empresário paulistas. Na saída, disse à imprensa que será mais “moderado” e “centrado”, tentando se aproximar dos eleitores indecisos e descontentes com a polarização.
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Uma resposta
Realmente, é cômico, não fosse trágico. No meu humilde modo de entender, começar dizendo: “Sou o Bolsonaro que todos queriam” é equivocad, sob todos os aspectos!!
1. Já começa desqualificando o próprio pai, que, sabe lá Deus porque, pode, de repente estar livre novamente, ter sua “inelegibilidade” diminuída e, aí, como fica o discurso do pai? “Não sou o Bolsonaro que todos queriam, mas é o que temos”! É isso?
2. Que atributos, história, realizações, tem, Flavio, salvo o sobrenome do pai, para se arrogar no direito de dizer que é “o Bolsonaro que todos querem “?
3. Esta é, claramente, apenas uma manobra, cujo objetivo é, lá na frente, vender seu apoio ao verdadeiro/legítimo, candidato de direita em troca do compromisso de quem for eleito dar a anistia, o perdão presidencial, que a Constituição confere como um direito ao presente, exercer.
4. Não tenho, nem há como, nenhum respeito a este sobrenome, venha de onde vier.
Acho que o Brasil precisa de algo completamente novo, que não é Lula, nem Bolso, nem Ciro, nem Tarcísio, Caiado, Zema, nem nenhum dos nomes já postos.