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O que Bill Gates e Michael Bloomberg afirmaram na Cúpula do Clima

O segundo dia da Cúpula de Líderes sobre o Clima contou a esperada participação do bilionário Bill Gates, fundador da Microsoft, e do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, que se transformaram em defensores de uma economia mais limpa e menos nociva ao meio ambiente por meio da redução das emissões dos gases de efeito estufa. Nesta sexta-feira (23), eles assistiram a secretária de Energia dos Estados Unidos, Jennifer Granholm, afirmar que a mudança de matriz energética em seu país deve custar US$ 23 trilhões até 2030, gerando “milhões e milhões de empregos”.

A cúpula antecede a 26ª Conferência sobre o Clima, a COP26, prevista para novembro em Glasgow, na Escócia. Um dos principais objetivos é impedir a elevação da temperatura média do planeta acima de 1,5 grau neste século.

Os três pontos de Gates

“Precisamos desenvolver empregos e implantar tecnologias avançadas que permitam eliminar emissões por toda a economia física. Em segundo lugar, precisamos que os mercados mais poderosos financiem e implantem essas inovações, que identifiquem caminhos alternativos e campos para tecnologias que possam competir com os combustíveis fósseis. E, em terceiro lugar, que governos e corporações adotem políticas que tornem essa transição rápida e barata. Os líderes precisarão incentivar aqueles que darão esses passos tão difíceis”.

Bill Gates, fundador da Microsoft e bilionário filantropo

O lembrete de Bloomberg

“Temos uma oportunidade para mostrar como uma verdadeira liderança deve agir, não só em governos como no setor privado, visando a adoção de decisões mais inteligentes. […] A boa notícia é que energia limpa está cada vez mais barata”.

Michael Bloomberg, bilionário, filantropo, ex-prefeito de Nova York e fundador da agência de notícias que leva seu sobrenome

Kerry falou de temores e consequências

“Este evento está ouvindo 63 representantes de governos. Muitos desses países demonstram preocupações com as ações inadequadas que têm adotado. Muitos se sentem vulneráveis com relação aos eventos climáticos e preocupados com relação à forma como terão de lidar com as consequências”.

John Kerry, ex-senador dos EUA e enviado especial do presidente Joe Biden

O otimismo de Jennifer

“Os EUA já tiveram como objetivo chegar à Lua, onde fincamos nossa bandeira. Agora escolhemos resolver a crise climática. Imaginem o que podemos fazer nessa década e imaginem o que podemos fazer com a participação conjunta de todo o planeta”.

Jennifer Granholm, secretária de Energia dos Estados Unidos,

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