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Moro defende aprovação de PECs da prisão após segunda instância

O ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) evitou falar diretamente sobre a saída do ex-presidente Lula da prisão. “Aos que me pedem respostas a ofensas, esclareço: não respondo a criminosos, presos ou soltos. Algumas pessoas só merecem ser ignoradas”, publicou no Twitter. Moro, em outra mensagem na rede social, preferiu mandar um recado ao Congresso e defender a aprovação de propostas de emenda à Consituição (PECs) para permitir a volta da prisão logo após após a condenação em segunda instância. “A resposta aos avanços efêmeros de criminosos não pode ser a frustração, mas, sim, a reação, com a votação e aprovação no Congresso das PECs para permitir a execução em segunda instância e do pacote anticrime”, afirmou.

Por que é importante

Tanto a Câmara quanto o Senado pretendem retomar as discussões sobre o tema depois de o STF considerar inconstitucional as prisões antes do esgotamento de todos os recursos, o chamado trânsito em julgado

Quem ganha

Moro e a Lava-Jato, se o Congresso votar a favor das prisões logo após a condenação em segunda instância

Quem perde

Os beneficiados pela decisão do Supremo, como o ex-presidente Lula, o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo

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