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Marina Silva critica governo Temer e defende ortodoxia econômica

Durante a sabatina promovida pelo UOL, Folha de S. Paulo e SBT nesta quinta-feira (24), a pré-candidata à presidência pela Rede, Marina Silva, criticou o governo de Michel Temer, dizendo que ele só age “sob pressão política”, fazendo referência à crise causada pela alta dos combustíveis. Marina também declarou ser contra a flexibilização do desarmamento. O cidadão não deve “fazer justiça com as próprias mãos”, comentou a candidata. Marina disse que caso seja eleita, manterá um tripé na economia: superávit primário, câmbio flutuante e meta de inflação, e buscará restabelecer a credibilidade do país para atrair investimentos do exterior.

Por que é importante

Na última pesquisa do Datafolha, Marina Silva teve entre 10% e 15%, em cenários com e sem Lula, respectivamente. No segundo caso, a candidata ficaria em segundo lugar, atrás de Jair Bolsonaro

Quem ganha

O mercado financeiro. Ao deixar claro que defende austeridade na condução da política econômica, Marina se afasta dos candidatos populistas que prometem aumento dos gastos públicos

Quem perde

Temer, que vê sua imagem se desgastar ainda mais

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