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Gilmar Mendes manda soltar Richa; tucano fala em “crueldade”

O ministro Gilmar Mendes, do STF, decidiu na noite de sexta-feira (14) soltar o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), que é candidato ao Senado nas eleições deste ano. Mendes considerou que a decretação da prisão do tucano foi inconstitucional e violou a decisão da Corte sobre a condução coercitiva. O ministro afirmou que as prisões temporárias só podem ocorrer quando forem imprescindíveis para as investigações. “Entende-se, como regra, que fatos antigos não autorizam qualquer espécie de prisão provisória, seja ela temporária ou preventiva, sob pena de desvirtuamento de sua finalidade e esvaziamento da garantia fundamental da presunção de inocência”, decidiu. Richa desabafou ao deixar a prisão na madrugada deste sábado (15). “O que fizeram comigo é uma crueldade enorme, não merecia o que aconteceu. Estou de cabeça erguida. Continuo respondendo a todas as acusações”, disse.

Por que é importante

Beto Richa foi preso em uma ação que investiga o suposto direcionamento de licitação para beneficiar empresários e o pagamento de propina a agentes públicos no Paraná. A decisão de Gilmar Mendes saiu horas após a Justiça converter a prisão temporária de Richa em preventiva

Quem ganha

O tucano, que está livre para fazer campanha

Quem perde

O Ministério Público do Paraná, que conduz o caso contra o ex-governador do estado

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