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FHC prega união para derrotar candidatos radicais

Em texto publicado nas redes sociais, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) defendeu que haja uma união contra candidatos dos extremos para evitar o agravamento de crise no Brasil. “Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise. As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado”, destacou. A carta tem como alvos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), que não são citados diretamente pelo tucano. “A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta: basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado. O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos. Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez”, afirmou. Ao pregar a união entre os demais presidenciáveis, FHC não aponta Geraldo Alckmin (PSDB) como o nome mais apropriado para liderar o processo. “Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar”, completou. Clique aqui para ler a íntegra da carta.

Por que é importante

Fernando Henrique Cardoso foi presidente da República entre 1995 e 2002. Hoje ele é presidente de honra do PSDB

Quem ganha

Candidatos moderados que transitam pelo centro político

Quem perde

Bolsonaro e Haddad, alvos das críticas do tucano

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