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Empresas se mobilizam para combater o racismo

Da redação
4 de junho de 2020

Os protestos contra o racismo nos Estados Unidos sensibilizaram o mundo corporativo. Nesta semana, o Facebook suspendeu perfis associados a grupos supremacistas brancos, o Twitter eliminou postagens que pregavam a segregação e o Instagram disse que irá adotar mecanismos capazes de bloquear publicações racistas. Algumas iniciativas fora das redes sociais também chamaram a atenção. Em comunicado a funcionários, o banco japonês SoftBank informou que vai criar um fundo de investimentos voltado a empresas lideradas por negros. Maior rede de cafeterias do mundo, a americana Starbucks lançou um fórum para debater o que pode ser feito para combater o racismo e as injustiças associadas a ele. Na Apple, o presidente Tim Cook garantiu que parte do seu tempo será dedicada a tornar a sociedade mais igual.

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