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Demissão de número 2 do MEC foi pedido de Olavo de Carvalho, diz jornal

Demissão de número 2 do MEC foi pedido de Olavo de Carvalho, diz jornal

A coluna Painel, da Folha, informa nesta quarta-feira (13) que a demissão do secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC), Luiz Antônio Tozi, na terça (12), foi uma condição imposta pelo escritor Olavo de Carvalho para pacificar a relação com o ministro Ricardo Vélez, indicado por ele à pasta. Olavo estava em pé de guerra com Vélez após o ministro exonerar alguns de seus alunos. Considerado uma espécie de “guru” do bolsonarismo, o filósofo acredita que Tozi era o principal responsável pelo afastamento dos seus seguidores. O escritor, inclusive, chegou a pedir que seus alunos deixassem os cargos no governo em meio à crise.

Por que é importante
O episódio mostra que os principais obstáculos ao governo Bolsonaro estão na própria base de apoio, não na enfraquecida oposição
Quem ganha
Olavo de Carvalho, que mostra ter grande influência sobre o governo
Quem perde
Os militares e a área técnica do MEC, que atuam para conter a influência do escritor

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