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De olho na base bolsonarista, Ciro chama Lula de “maior corrupto da história brasileira”

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) elevou o tom das críticas contra o ex-presidente Lula (PT) – que aparece ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na liderança das pesquisas que tratam da corrida ao Palácio do Planalto em 2022. “Lula é o maior corruptor da história moderna brasileira. E não aprendeu nada. Fica na lambança, prometendo a volta de um passado idílico que é mentira”, afirmou o pedetista. Ao atacar Lula e reforçar o sentimento anti-PT, a lógica de Ciro é apostar em uma queda maior da popularidade de Jair Bolsonaro e angariar os votos dos eleitores insatisfeitos com o presidente. Tanto que na conversa com o Valor, o ex-ministro disse que o mandatário pode não estar no segundo turno. “Bolsonaro está derretendo, consistentemente”, acrescentou. Ao mesmo tempo em que golpeia um antigo aliado e subestima uma capacidade de reação do atual ocupante do Planalto, Ciro joga para construir uma aliança com PSB, Rede, PV, PSD e até mesmo o DEM. Ele encarou como positivo o movimento do vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, que trocou o DEM pelo PSDB estimulado pelo governador tucano João Doria. “Vão fechando as portas do PSDB, a minha fica aberta”, destacou. A estratégia do pedetista coincide com a contratação do marqueteiro João Santana, que trabalhou na campanha eleitoral de Dilma Rousseff. Além disso, em uma aceno ao centro e agentes do mercado financeiro, Ciro chamou o economista Paulo Rabello de Castro para ser um dos coordenadores de sua pré-campanha. Castro defende uma agenda liberal e foi candidato a vice-presidente em 2018 na chapa de Álvaro Dias.

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