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Crise no Oriente Médio deve aumentar preço dos combustíveis

O assassinato do general Qassem Soleimani, da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, na quinta-feira (2) em Bagdá, após ataque aéreo dos Estados Unidos, aumentou a tensão na região. No curto prazo, o novo episódio de conflito no Oriente Médio vai provocar aumento no preço do petróleo e a volatilidade do mercado financeiro. Segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o quadro, no entanto, não deverá se estender. Na análise do professor de Relações Internacionais da PUC-SP, Reginaldo Mattar Nasser, o Irã não vai revidar. “Eles não vão entrar em guerra. Não fazem também porque a assimetria militar é muito grande. O Irã não tem condição de entrar em guerra nem com Israel, muito menos com os Estados Unidos”. De acordo com o economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria, “os mercados ainda estão avaliando os desdobramentos da nova crise no Oriente Médio. Nos próximos dias, o mercado vai conseguir precificar melhor o grau de risco desse fato novo. Por ora, está estacando o otimismo recente, gerando correção no preço dos ativos”. O economista pondera que antes do ataque havia um clima positivo de mercado, somando fatores externos como a trégua comercial entre os EUA e China e perspectivas melhores para economia brasileira.

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