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Capitã Cloroquina cai em contradição sobre o colapso de Manaus

Em seu depoimento à CPI da Pandemia, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro (imagem), a Capitã Cloroquina, afirmou nesta terça-feira (25) que não poderia prever a falta de oxigênio e o colapso da saúde pública em Manaus (AM). Porém, logo depois caiu em contradição.

Ao senador Eduardo Braga (MDB-AM), ela descreveu que apesar de não saber informar a data com precisão, ela e uma equipe do ministério foram para a capital amazonense antes do colapso para verificar a situação dos hospitais e postos de atendimento. Pinheiro relatou que encontraram unidades de atendimento sem médicos, sem medicamentos e sem trabalho de triagem (recomendação da pasta desde o início da pandemia): “Visitei os hospitais de Manaus e me deparei com unidades em total colapso, supersaturação de leitos na porta do Hospital 28 de Agosto. Me deparei com cenas que em 30 anos trabalhando em UTI nunca vi, as famílias se agarraram nas minhas pernas pedindo socorro. Os profissionais atendiam além da capacidade. Eu vi pacientes de 25 anos internados em situação grave, me chamou atenção. E aí, uma explicação para a maior utilização do oxigênio. Estávamos diante de uma variante”. Pinheiro explicou que emitiu um relatório e que outros secretários da pasta estiveram em Manaus a partir de 11 de janeiro para tentar ajudar.

A partir, daí seu relato anterior foi derrubado. “Como a senhora, logo pela manhã, com esse relatório tão preciso, não conseguiu prever que ia faltar oxigênio na região diante deste quadro?”, perguntou o senador Eduardo Braga.

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Comentários

2 respostas

  1. Não li nenhuma contradição… Vi o depoimento onde ficou bem claro que não chegou ao conhecimento dela qualquer informação sobre uma possível falta de oxigênio. O título da matéria está falso! Fica feio isso pro money ao qual eu tinha respeito!

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