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Câmara reduz prazo da PEC da Transição para um ano

Da redação
20 de dezembro de 2022
A informação foi confirmada pelo deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA) após encontro na residência oficial da Presidência da Câmara

 Após reunião do futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com deputados na residência oficial do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a proposta da PEC da transição foi desidratada e deverá ter duração de um ano, em vez dos dois anos previstos no texto aprovado no Senado, confirmou o deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), após encontro na residência oficial da Presidência da Câmara.

Segundo informações do Valor Econômico, Haddad falou rapidamente à imprensa ao chegar no centro de transição. Questionado se o prazo de validade havia sido reduzido, Haddad afirmou que “não é hora [de comentar]”.

“Vai ser um ano [de vigência]. Também foi acordado pela retirada dos acordos multilaterais do teto. Pelo texto da proposta, as despesas custeadas com recursos de empréstimos com organismos multilaterais dos quais o Brasil faz parte serão destinadas a financiar projetos de investimento em infraestrutura”, afirmou o parlamentar.

As alterações serão apresentadas em destaque pelo partido Novo em sessão da Câmara dos Deputados para aprovar a proposta, prevista para a tarde desta terça. O valor da PEC será o mesmo: R$ 145 bilhões acima do teto de gastos.

“Foi um acordo entre todos os partidos. Obviamente, terá o destaque do Novo; está sendo encaminhado. Mas o sentimento é de que haja esse consenso, que sempre houve para votar a PEC. A discussão era o valor e o prazo”, pontuou Cajado.

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