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Bolsonaro vai à TV para defender a cloroquina e reafirmar que comanda

Em breve pronunciamento em rede nacional de televisão, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a pandemia e que seu principal objetivo “sempre foi salvar vidas”. Ele citou as medidas de alívio econômico do governo e de sua aposta no emprego da cloroquina no combate ao coronavírus. Antes, porém, usou os primeiros minutos para marcar posição. “Todos devem estar sintonizados comigo”, afirmou, em uma referência aos integrantes de seu ministério, em especial Luiz Henrique Mandetta, da Saúde. Bolsonaro também citou os governadores, aos quais disse manter “respeito à autonomia”, mesmo não tendo sido consultado sobre suas decisões nesta crise.

Jair Bolsonaro citou o cardiologista Roberto Kalil Filho – médico de Lula e Dilma -, que usou a hidroxicloroquina para tratar pacientes da covid-19 com resultados considerados satisfatórios. O fármaco ainda não tem sua efetividade cientificamente comprovada e causa discórdia entre a comunidade médico-científica, mas é defendido pelo presidente e especialistas.

Ainda que não tenha falado diretamente sobre a flexibilização do isolamento social, o presidente lembrou que todos os brasileiros querem votar ao trabalho o mais rápido possível. Bolsonaro não citou o recorde de 133 mortes registradas nas últimas 24 horas, nem que a pandemia se aproxima do ápice no Brasil, o que deve ocorrer entre abril e maio.

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