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Bolsonaro insinua ‘guerra química’ e cria novo atrito com a China

Em evento realizado nesta quarta-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro comentou sem apresentar provas que o novo coronavírus pode ter sido criado em laboratório como parte de uma “guerra química”. Sem citar diretamente a China, Bolsonaro sugeriu que o país asiático pode ter sido beneficiado economicamente pela situação.

“É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou nasceu porque um ser humano ingeriu um animal inadequado. Mas está aí”, disse. “Os militares sabem que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra? Qual o país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês”, acrescentou. A economia chinesa, mesmo com os impactos da crise sanitária, destoou do cenário global e teve uma expansão de 2,3% no ano passado.

No mesmo discurso, o presidente também voltou a ameaçar governadores e prefeitos com a possibilidade de assinar um decreto para impedir medidas de restrição para conter o avanço da doença. “Queremos nossa liberdade para trabalhar, nosso direito de ir e vir. Ninguém pode contestar isso. Se eu baixar este decreto, ele será cumprido, juntamente com nosso Parlamento, com todo o poder de força dos nossos ministros.”

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