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Bolsonaro descarta apoio a ação militar na Venezuela

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) ressaltou na sexta-feira (22) que não há intenção de intervir militarmente na Venezuela. Bolsonaro reforçou que a posição do Brasil segue sendo a de atuar com “diplomacia até as últimas consequências”. A fala do presidente contraria uma declaração do seu filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Em entrevista a um jornal chileno, o deputado federal chamou o ditador Nicolás Maduro de criminoso, disse que ele não deixaria o poder de forma pacífica e afirmou que “de alguma forma, será necessário usar a força” na Venezuela.

Por que é importante

A opção de apoiar uma eventual intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, não descartada pelo presidente Donald Trump, divide diferentes alas do governo brasileiro

Quem ganha

Os militares, que pregam cautela e defendem uma saída pela diplomacia

Quem perde

Defensores de uma postura mais radical para derrubar Maduro, como o deputado Eduardo Bolsonaro

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