Cesare Battisti, que foi extraditado em janeiro para a Itália, admitiu ter participado do assassinato de quatro pessoas nos anos de 1970. A confissão foi feita na presença do procurador-geral de Milão, Francesco Greco, no Ministério Público. Battisti disse que se envolveu nos atos políticos por acreditar que era uma “guerra justa”.
