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Azarão na corrida por vaga ao STF, Aras busca recondução na PGR

O procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, deve manter o alinhamento com o Palácio do Planalto mesmo com a sinalização do presidente Jair Bolsonaro de que ele não será indicado ao STF. Bolsonaro já reiterou que pretende escolher um ministro “terrivelmente evangélico” para a cadeira de Marco Aurélio Mello, que deixará a Corte em julho. Os mais cotados para a vaga são o advogado-geral da União, André Mendonça, e o presidente do STJ, Humberto Martins. Segundo a Folha de S. Paulo, Aras tende a focar em sua recondução na PGR. Para permanecer mais dois anos no posto, ele deve reforçar a linha de não confrontar o Planalto e nem movimentar casos que podem afetar Bolsonaro, familiares do presidente, como o senador Flavio Bolsonaro, ou mesmo aliados, como o presidente da Câmara, Arthur Lira. Por outro lado, Aras tem apurações envolvendo governadores da oposição que podem ser aceleradas. Por meio da subprocuradora Lindôra Araújo, a PGR também tem abastecido senadores governistas na CPI da Pandemia com informações sobre um suposto mau uso do dinheiro público pelos gestores municipais no enfrentamento à crise sanitária.

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