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Shell conclui transição no Brasil e João Santos Rosa assume presidência

Da redação
3 de agosto de 2026
Executivo português acumula o comando da subsidiária brasileira e o cargo de vice-presidente executivo para o Brasil na estrutura global de upstream da companhia

A Shell Brasil iniciou um novo ciclo de liderança com a posse de João Santos Rosa na presidência da operação no país. A transição, concluída no último sábado (1º), encerra a gestão de Cristiano Pinto da Costa, que deixa a companhia após quase 30 anos de carreira — quatro deles à frente da subsidiária brasileira. Além da presidência, Santos Rosa também passa a exercer a função de vice-presidente executivo para o Brasil na estrutura global de exploração e produção (upstream) da empresa.

Português e com mais de duas décadas de experiência no setor de energia, João Santos Rosa está na Shell desde 2002. Ao longo da carreira, ocupou cargos no Reino Unido, Austrália, Holanda e Estados Unidos, com atuação nas áreas de exploração e produção, trading, estratégia, marketing e desenvolvimento de novos negócios. Antes de assumir o desafio no Brasil, presidia as operações da companhia na Itália.

A mudança ocorre em um momento estratégico para a Shell no mercado brasileiro, considerado um dos principais polos globais de crescimento da companhia. Durante a gestão de Cristiano Pinto da Costa, a produção da empresa no país avançou cerca de 25%, ultrapassando a marca de 500 mil barris por dia em março deste ano. No período, a companhia também ampliou seu portfólio de ativos de exploração e produção e tomou a decisão final de investimento no projeto Orca, cujo primeiro óleo está previsto para 2029.

Com a nova liderança, a expectativa é dar continuidade à estratégia de expansão da Shell no Brasil, reforçando investimentos em exploração e produção de petróleo e gás, além de iniciativas em pesquisa, desenvolvimento e transição energética. O país é um dos mercados prioritários da multinacional, com presença em petróleo e gás, trading de energia, pesquisa e desenvolvimento e biocombustíveis, por meio da joint venture Raízen.

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