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Santander está otimista com a Petrobras e destaca os motivos

Lucas Andrade
21 de maio de 2026
Entre eles está a expectativa de retomada das discussões sobre dividendos extraordinários

O Santander elevou sua recomendação para a Petrobras de neutra para outperform e aumentou o preço-alvo para o fim de 2026, estimando US$ 24 por ADR e R$ 60 para PETR3. Segundo relatório do banco, a estatal tornou-se a principal escolha no setor de petróleo e gás da América Latina, sustentada por uma relação risco-retorno considerada favorável.

O otimismo se apoia na aceleração operacional e na entrada mais rápida de novas plataformas FPSOs, que podem levar a revisões positivas de produção. Os números recentes reforçam essa visão: a produção do primeiro trimestre de 2026 foi de cerca de 2,58 milhões de barris por dia, e em abril chegou a 2,73 milhões, sinalizando que a companhia pode atingir o topo do guidance para o ano.

Outro ponto destacado é a forte geração de caixa. O Santander projeta um rendimento de fluxo de caixa livre ajustado em torno de 12% e dividend yield de 9,5% em 2026. Há ainda a expectativa de retomada das discussões sobre dividendos extraordinários com o Plano Estratégico 2027–2031, o que pode ampliar a atratividade para acionistas.

O banco também ressalta que os subsídios do governo ajudam a conter riscos no refino, especialmente no diesel, compensando margens mais fracas na gasolina. Para o Santander, a combinação de produção crescente, preços de petróleo elevados e geração consistente de caixa coloca a Petrobras em posição de destaque, mesmo diante de possíveis riscos ligados a maiores investimentos e movimentos de M&A.

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