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Na Gerdau, “forte desempenho” na América do Norte supera “importações desleais” no Brasil

Da redação
28 de abril de 2026
Lucro líquido ajustado da companhia somou R$ 1 bilhão e a receita líquida atingiu R$ 16,7 bilhões, com vendas de 2,8 milhões de toneladas de aço

A Gerdau encerrou o primeiro trimestre de 2026 com Ebitda ajustado de R$ 3 bilhões e margem de 17,7%, impulsionada principalmente pela operação na América do Norte, responsável por 75% do resultado consolidado. O lucro líquido ajustado somou R$ 1 bilhão e a receita líquida atingiu R$ 16,7 bilhões, com vendas de 2,8 milhões de toneladas de aço.

“O desempenho do primeiro trimestre de 2026 reforça, mais uma vez, que a diversificação geográfica e a solidez da estratégia operacional são fundamentais para o equilíbrio dos nossos resultados diante das volatilidades dos mercados globais”, destacou em nota o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck.

No Brasil, conforme a companhia, o cenário segue pressionado pelas chamadas “importações desleais”, especialmente de aços planos, que afetam volumes e preços. Ainda assim, a operação local registrou recuperação, com Ebitda de R$ 578 milhões, 13% acima do trimestre anterior.

A empresa investiu R$ 1,1 bilhão em CAPEX no período, incluindo a inauguração do Complexo Solar de Barro Alto (GO), que deve suprir 13% da demanda de energia elétrica da Gerdau no país. Para 2026, o plano de investimentos totaliza R$ 4,7 bilhões.

Além disso, foram aprovados dividendos de R$ 354 milhões e iniciado o programa de recompra de ações, com desembolso de R$ 211 milhões. Mesmo em um ambiente global volátil, a Gerdau reiterou a força de sua estratégia de crescimento sustentável e geração de valor para os acionistas.

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