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PATROCINADORES

Lucro do BTG Pactual sobe 52% e vai a R$ 1,2 bi no primeiro trimestre do ano

As receitas totais do BTG Pactual alcançaram R$ 2,79 bilhões no primeiro trimestre de 2021, um crescimento de 84,2% sobre igual período do ano anterior. O lucro líquido ajustado atingiu R$ 1,197 bilhão, um aumento de 51,7% em relação ao primeiro trimestre de 2020. Nos primeiros três meses do ano, a receita operacional chegou a R$ 2,40 bilhões, um avanço de 86,1% na comparação anual. O banco de investimentos obteve recorde de captação no primeiro trimestre de 2021, com R$ 76 bilhões de Net New Money (NNM), e o total de recursos de terceiros chegou a R$ 767 bilhões no trimestre, expansão de 79% frente o mesmo período do ano passado.

“Tivemos mais um trimestre forte, registrando resultados sólidos e elevado crescimento em todas as linhas de negócio. Continuamos desenvolvendo nossa agenda de aquisições estratégicas para expandir a nossa presença no varejo, oferecer mais produtos e o melhor serviço aos nossos clientes. Seguimos fortalecendo nossas iniciativas ESG e de Investimentos de Impacto, reafirmando nosso compromisso com a sociedade e com nossos colaboradores”, afirmou Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

A receita em Asset Management somou R$ 264,7 milhões no primeiro trimestre de 2021, um aumento de 24% em relação ao mesmo período de 2020. A área apresentou captação recorde (NNM) pelo segundo trimestre consecutivo, chegando a R$ 42,9 bilhões no 1T21, e nos últimos 12 meses captou um total de R$ 97,3 bilhões.

A receita de Wealth Management & Consumer Banking cresceu 74% nos últimos 12 meses, totalizando R$ 294,7 milhões, resultado recorde para um único trimestre. A área captou R$ 33 bilhões no trimestre, e R$ 84,3 bilhões nos últimos 12 meses.

Em Asset Management, o total de ativos sob gestão (AuM/ AuA), em 31 de março de 2021, alcançou R$ 449,9 bilhões, patamar 67,4% acima do registrado na mesma data de 2020. Em Wealth Management, o volume sob gestão (WuM) alcançou R$ 317,4 bilhões, quase o dobro quando comparado ao 1T20, aumento de 98% em consequência de maior participação no segmento de varejo de alta renda.

O portfólio de Crédito Corporativo e PME atingiu R$ 80,4 bilhões no primeiro trimestre de 2021, um crescimento 68,8% na comparação ao mesmo período de 2020. Nos primeiros três meses do ano, o portfólio de PMEs (BTG + Business) atingiu R$10,4 bilhões, um crescimento trimestral de 9,5% – e de 39% se ajustado pela sazonalidade de final de ano. O retorno ajustado sobre o patrimônio líquido (ROAE) foi de R$ 17% no 1T21, com índice de Basileia de 17,7% e níveis confortáveis de liquidez.

A área de Investment Banking apresentou aumento de 156,5% na receita no primeiro trimestre, na comparação com o primeiro trimestre de 2020, atingindo R$ 483,6 milhões. O BTG Pactual manteve forte contribuição de receitas oriundas da área de Sales & Trading, com avanço de 78% na comparação com 1T20, para R$ 810,9 milhões, mantendo níveis de alocação de risco abaixo da nossa média histórica (VaR de 0,44%).

Em janeiro, o BTG Pactual precificou sua oferta primária subsequente, emitindo R$ 2,57 bilhões em novas units. No mesmo mês, anunciou a captação de US$ 500 milhões em green bonds, com vencimento em janeiro 2026, para financiamentos ou refinanciamentos de projetos verdes e/ou sociais. Ainda em janeiro, o BTG Pactual estabeleceu um Acordo de Parceria com a Mosaico, a maior plataforma digital de conteúdo e originação de vendas para o comércio eletrônico no Brasil, visando acelerar a captação de novos clientes no varejo.

Já em março, o BTG Pactual anunciou a aquisição de 100% do capital social da fintech Kinvo, maior plataforma de consolidação de investimentos do Brasil. A transação amplia o ecossistema do BTG Pactual digital, trazendo complementariedade para o produto. Também em março de 2021, o BTG Pactual fez uma aquisição de participação minoritária na Kawa Capital, gestora de ativos nos EUA. A conclusão e fechamento das operações estão sujeitos à verificação de determinadas condições precedentes, incluindo a obtenção de todas as aprovações regulatórias necessárias, inclusive do Banco Central do Brasil.

Em abril, o BTG assinou com a CaixaPar contrato de compra de 100% da participação ordinária desta última no Banco Pan por R$ 3,7 bilhões (R$ 11,42 por ação), e a compra da Fator Corretora, umas das mais respeitadas corretoras de valores mobiliários do mercado financeiro Brasileiro.

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