PATROCINADORES

Lucro da Vivo cresce 11,2% e chega a R$ 6,2 bi

Da redação
23 de fevereiro de 2026
No quarto trimestre do último ano, resultado líquido da companhia atingiu R$ 1,9 bilhão, avanço de 6,5%

A Vivo encerrou 2025 com resultados consistentes, combinando desempenho operacional, evolução estratégica e disciplina financeira. A empresa ampliou sua base de acessos, acelerou receitas – especialmente em novos negócios e serviços digitais corporativos – e reforçou a liderança em ESG. No ano, a companhia reportou um lucro líquido de R$ 6,2 bilhões, alta de 11,2%. No quarto trimestre, atingiu R$ 1,9 bilhão, aumento de 6,5%.

A receita total manteve o ritmo de crescimento acima da inflação, e concluiu 2025 em R$ 59,6 bilhões, incremento de 6,7%. No quarto trimestre, fecha em R$ 15,6 bilhões, com elevação de 7,1%. O ebitda anual totalizou R$ 24,8 bilhões, valor 8,5% maior em relação ao ano anterior, com margem de 41,7%. No trimestre, registrou R$ 6,7 bilhões, progresso de 8,1% e margem de 42,9%. Ao excluir os efeitos do fim da concessão, o ebitda trimestral tem alta histórica de 17,7%.

Os investimentos somaram R$ 9,3 bilhões, com capex/receita de 15,6%, uma redução de 0,9 ponto percentual no ano, refletindo disciplina financeira e capacidade de ampliar faturamento com menor intensidade de capital. A maior parte dos recursos foi direcionada à expansão de rede, especialmente 5G, que chega a 716 municípios e cobre 67,7% da população. A fibra avançau para 31 milhões de domicílios em 453 cidades.

O último ano também registrou um marco importante: a assinatura, junto à Anatel, do Termo de Autorização que formaliza a migração de Concessão para o modelo de Autorização. A mudança abre espaço para novos investimentos na digitalização do país, permitindo intensificar a cobertura 4G e 5G em mais de mil municípios, reforçar a capacidade de rede e modernizar a infraestrutura de fibra. Neste contexto, a companhia espera, ao longo dos próximos anos, uma monetização de ativos legados de aproximadamente R$ 4,5 bilhões, sendo R$ 3 bilhões da venda de cobre e R$ 1,5 bilhão da comercialização de imóveis.

“Alcançamos um dos melhores resultados financeiros de nossa história, sustentados por crescimento consistente e inovação contínua, sempre com foco na evolução da experiência dos clientes — cuja base foi significativamente ampliada. Guiados pelo nosso propósito, aceleramos a expansão dos serviços digitais e contribuímos para a transformação digital do país. Avançamos de forma relevante no 5G, ampliamos a cobertura de fibra para milhões de lares e empresas e fortalecemos o portfólio digital da Vivo. Esse desempenho evidencia nossa capacidade de liderar o setor, capturar oportunidades e seguir evoluindo com a confiança de clientes, colaboradores e investidores”, afirma o presidente da Vivo, Christian Gebara.

Receitas em alta

A receita de serviço móvel da Vivo atingiu R$ 9,8 bilhões no trimestre, crescimento de 7%, impulsionada pelo pós-pago, que subiu 9% com R$ 8,4 bilhões em faturamento. A linha de aparelhos e eletrônicos, que considera a venda de celulares, acessórios e outros dispositivos, aumentou 13,7%, encerrando o período em R$ 1,3 bilhão. Destaque às vendas de smartphones compatíveis com 5G, responsáveis por 97,1% do total comercializado.

O segmento fixo alcançou R$ 4,4 bilhões no trimestre, incremento de 5,4%. O desempenho é guiado pela receita de fibra, de R$ 2 bilhões, alta de 9,8%, e pela receita de dados corporativos, TIC e serviços digitais, que chega a R$ 1,5 bilhão, progredindo 10,2%.

Com 7,8 milhões de clientes conectados com fibra, volume 12% superior em relação ao ano anterior, a companhia fortalece sua estratégia comercial com o Vivo Total – oferta que combina fibra e móvel –, que já representa 43,2% dos acessos de fibra e 3,4 milhões de assinantes, progressão anual de 40,9%. Esse desempenho reflete a preferência dos clientes por serviços convergentes e contribui para manter o menor churn em fibra dos últimos anos, de 1,4%.

A empresa finalizou 2025 com 116,7 milhões de acessos, sendo 103 milhões na rede móvel. O pós-pago registrou 70,8 milhões, alta 6,5%, garantindo a liderança nacional com market share de 40,3%. Nos três últimos meses do ano, a Vivo expandiu sua base pós-paga ao inserir 930 mil acessos (ex-M2M e dongles), seja por migrações ou aquisição de novos clientes, contribuindo para manter um churn mensal em índice historicamente baixo, de 1%.

COMPARTILHE:

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PATROCINADORES

Leia também

Em breve