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Itaú lucra R$ 11,5 bi no 2° trimestre e carteira de crédito atinge R$ 1,4 tri

Da redação
6 de agosto de 2025
Retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado foi de 23,3% no período

O Itaú Unibanco registrou, no segundo trimestre deste ano, um lucro líquido recorrente de R$ 11,5 bilhões, representando um crescimento de 14,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho reflete a atuação diversificada do banco, controle de despesas e uso intensivo de tecnologia para ganho de eficiência. A carteira de crédito apresentou crescimento consistente e inadimplência sob controle.

“Seguimos demonstrando a solidez da nossa estratégia e a capacidade do Itaú Unibanco de crescer com consistência e gerar valor. Avançamos com inovação e eficiência, com destaque para o lançamento do Itaú Emps, que une tecnologia, eficiência operacional e profundidade de relacionamento com os clientes. Essa abordagem está presente em todo o banco: no varejo, com jornadas digitais mais simples e personalizadas, e no atacado, com soluções robustas e um atendimento muito próximo de companhias de todos os portes e setores, incluindo o agronegócio”, afirmou Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco.

Destaques do trimestre:

  • A margem financeira com clientes apresentou crescimento de 15,4% na comparação anual, impulsionado pelo aumento da carteira de crédito e maiores rentabilidades com passivos e remuneração do capital de giro próprio;
  • Os indicadores de qualidade de crédito continuam evoluindo. A inadimplência acima de 90 dias ficou estável no trimestre, mantendo-se no menor patamar dos últimos 18 trimestres, com destaque para a carteira de pessoas físicas no Brasil, onde
    merece destaque a redução do indicador de crédito pessoal, mantendo-se no menor patamar da história.
  • As receitas com serviços e seguros aumentaram 3,1% em relação ao segundo trimestre de 2024, impulsionadas pelo crescimento no faturamento com emissão de cartões, administração de recursos e um avanço de 17,3% no resultado de seguros;
  • As despesas não decorrentes de juros totalizaram R$ 16,5 bilhões, com alta de 9,4% em relação ao mesmo período de 2024. O aumento reflete os investimentos contínuos em tecnologia e inovação e o efeito de negociação do acordo coletivo de trabalho em salários e benefícios a partir de setembro de 2024. O índice de eficiência trimestral atingiu 36,9% no Brasil, o melhor patamar da série histórica para um segundo trimestre;
  • O Itaú revisou parte de suas projeções (guidances) para 2025. O banco agora projeta um crescimento entre 11% e 14% para a Margem Financeira com Clientes e 28,5% a 30,5% para a Alíquota Efetiva de Imposto Renda no ano. As revisões estão relacionadas, principalmente, aos efeitos positivos de um mix de produtos e segmentos mais rentável que o esperado originalmente. Adicionalmente, a margem de passivos tem apresentado melhor desempenho, impulsionada por volumes mais elevados.

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