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IPOs de startups viram tendência na B3

Da redação
12 de março de 2021

A pandemia acelerou o processo de digitalização das empresas e abriu caminho para que as startups fossem valorizadas, dando partida em sucessivas ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3, aponta uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira (12). Um exemplo é a Mosaico, dos buscadores Buscapé e Zoom, que viu seu valor de mercado atingir R$ 2,5 bilhões após o IPO.

Só em janeiro e fevereiro, as startups captaram R$ 5,5 bilhões em IPOs na B3. Em 2020, esse valor foi de R$ 3,5 bilhões. De outubro a fevereiro, as ofertas iniciais e a venda de novos lotes de ações arrecadaram R$ 10,5 bilhões.

A Bionexo em breve pode ser a primeira “health tech” na B3. O sócio do BTG Pactual, Fábio Nazari, explicou ao jornal que uma das mudanças foi a maturidade dos investidores institucionais. Em 2021, chegaram à B3: Bemobi (assinaturas de aplicativos e games), Westwing (decoração), Meliuz (cashback), Neogrid (softwares) e Mobly (vendas on-line de móveis). Em 2020, a Locaweb (serviços de internet) valorizou 600%. Outros companhias que fizeram IPO devem abrir capital no exterior, como Movile (logística, bilheteria e entregas) e Nubank (fintech).

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