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Governo quer vender área de seguros da Caixa

Uma medida provisória do presidente Jair Bolsonaro cria condições para a Caixa Econômica Federal (CEF) vender seus ativos de seguros, cartões de crédito e “setores considerados não estratégicos”. A medida pretende integrar uma leva de desinvestimentos do governo, dessa vez por ofertas públicas (IPOs, na sigla em inglês). A MP foi assinada nesta sexta-feira (7), será válida até 31 de dezembro e depende de aprovação do Congresso.

De acordo com o Ministério da Economia, as vendas desses segmentos fortaleceriam o patrimônio do banco estatal. Em fevereiro foi protocolado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de abertura de capital da Caixa Seguridade.

A iniciativa é acompanhada de perto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A administração de Pedro Guimarães na Caixa banco também tenta atrair investidores para as áreas de cartões, operação de lotéricas e gestão de recursos (Caixa Asset Management).

Essas operações não afetariam outros serviços da CEF, como os de crédito imobiliário, do Bolsa Família e do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). O governo e a CEF não divulgaram quanto capital estimam atrair.

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