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Usiminas desativa barragem de rejeitos

Barragem da Barragem Minas Oeste (Somisa), desativada e descaracterizada

A Usiminas está prestes a concluir a implantação do método dry stacking na unidade de Itatiaiuçu, na região central de Minas Gerais, eliminando o risco de colapsos desastrosos, como os ocorridos nas barragens da Samarco, em Mariana, e da Vale, no Córrego do Feijão, em Brumadinho, causando centenas de mortes, enormes destruições e danos ambientais. As barragens são usadas para armazenar rejeitos que sobraram do processo de beneficiamento de minério de ferro. A iniciativa faz parte da ações da mineradora para aliviar este passivo ambiental.

Com investimentos próximos de R$ 200 milhões, a planta de empilhamento a seco estava prevista para entrar em operação no primeiro semestre deste ano, mas sofreu alguns pequenos atrasos em função da pandemia, ficou para novembro.

Segundo o CEO da Mineração Usiminas, Carlos Rezzonico, o investimento marca uma nova etapa para a companhia, com maior segurança, já que o método oferece menos riscos ao meio ambiente e não requer estocagem em barragens, que necessitam de manutenção constante e estão sujeitas a abalos.


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