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Legislação desastrosa; Heineken verde; janela solar; Brasil e cidades-esponja

Boletim de MONEY REPORT sobre questões ambientais, sociais e de governança no mundo dos negócios

Brasileiros preferem recicláveis, mas só 1/5 muda as compras

Pesquisa Datafolha de maio revelou que, embora 68% dos brasileiros prefiram embalagens recicláveis, apenas 18% já deixaram de adquirir algum produto por esse motivo; 82% afirmaram nunca ter deixado de comprar um item por causa disso. O estudo consultou 2.010 pessoas com mais de 16 anos em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Lei ambiental gaúcha agrava desastres

Alvo de recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a atual legislação ambiental do Rio Grande do Sul (RS) deve agravar os futuros eventos climáticos extremos. Esta é a avaliação de professores do Departamento de Ecologia da Universidade Federal do estado (UFRGS), Gonçalo Ferraz e Fernando G. Becker. “Essas leis colocadas em prática, se [forem] mantidas, vão facilitar a gravidade desses eventos extremos porque há uma facilitação muito grande em alterações do uso do espaço. Há diminuição da proteção de florestas e facilitações de processos que, acumulados, podem agravar uma futura situação de catástrofe”, disse Ferraz.

Brasil pode resistir às enchentes, afirma criador das cidades-esponja

No momento em que as consequências dos temporais de abril e maio no Rio Grande do Sul ainda não foram plenamente medidas, o arquiteto e paisagista chinês Kongjian Yu esteve no Brasil para falar das cidades-esponja. Essa solução urbana desenvolvida por ele se utiliza da própria natureza para criar mecanismos de resistência contra as crescentes tempestades e enchentes. “Espero que o Brasil possa ser referência sobre como devemos construir o mundo”, diz o professor da Universidade de Pequim, que palestrou a convite do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Heineken investe R$ 150 milhões em unidade verde

A Heineken revelou nesta quarta-feira (26) a criação de uma nova unidade de negócios no Brasil, denominada Heineken Spin, focada em rentabilizar iniciativas de sustentabilidade. A nova divisão conta com parceiros estratégicos e investimentos iniciais combinados de aproximadamente R$ 150 milhões. A Heineken Spin baseia-se em quatro pilares principais: energia renovável, agricultura regenerativa, reciclagem de embalagens e parcerias com marcas que promovem impacto em ESG.

 Dunlop reduz emissões e amplia reuso de água

A fabricante de pneus Dunlop reduz suas emissões de CO2 e aumenta o reuso de água. Em junho, a empresa apresentou resultados expressivos: em 2023, reutilizou 36% da água residual industrial, comparado aos 13% de 2022, e manteve zero resíduos sólidos enviados para aterros. Iniciativas de redução de CO2 incluíram o reaproveitamento de vapor, melhorias no isolamento térmico e um retrofit do sistema de ar-condicionado.

Empresa cria janela fotovoltaica para galpões e áreas comerciais

A brasileira Engepoli, que atua com soluções para iluminação e ventilação natural, lançou o Skylux Energy, uma “janela translúcida” que capta energia solar. O dispositivo é empregado em galpões e prédios comerciais. Comparável aos telhados solares da Tesla, é um produto brasileiro patenteado, que utiliza uma lente prismática para distribuir a luz uniformemente, minimizando o calor e maximizando a eficiência energética com células de 5 barramentos e eficiência de até 21%.


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Schneider é reconhecida por práticas inclusivas LGBTQIA+

Dedicada à transformação digital da gestão de energia e automação, a Schneider Electric é uma das “Melhores Empresas para Pessoas LGBTQIA+ Trabalharem”, de acordo com a terceira edição da pesquisa HRC Equidade BR, da Human Rights Campaign (HRC), em parceria com o Instituto +Diversidade e o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. Para as empresas, a pesquisa funciona como ferramenta de análise de práticas e melhorias nas ações e políticas inclusivas no ambiente empresarial.

Editoras ligadas na agenda DE&I

O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) mapeou editoras brasileiras em relação à Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I). Realizada pela Wiabiliza com 45 editoras,o levantamento revelou que a maioria das empresas têm preocupações consistentes, com alta representatividade feminina em lideranças e significativa presença de pessoas pretas. No entanto, 47% das editoras não têm governança corporativa bem definida para tais políticas. Mulheres ocupam cargos de liderança em 87% das empresas, 58% têm líderes LGBTQIA+ e 11% incluem indígenas e PCDs nos postos mais elevados.

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