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Fundo norueguês reduz investimentos no Brasil

O Fundo Soberano da Noruega (SWF, na sigla em inglês), o maior do gênero (US$ 1,3 trilhões), cortou cerca de US$ 2,7 bilhões de seus investimentos no Brasil em 2020 e excluiu a Vale e a Eletrobras de seu portfólio, aponta reportagem do jornal Valor Econômico desta quinta-feira (25). A justificativa são as flutuações no mercado, a condução débil da pandemia e as incertezas políticas brasileiras. O fundo fechou 2020 com um retorno global de 10,9% (US$ 128,5 bilhões).

Enquanto o SWF se desinteressa pelo Brasil, aumenta seus investimentos na China, Índia e Taiwan. Entre os desinvestimentos mais recentes está a Glencore, ligada a Samarco, e a Vale, caracterizadas como: “riscos substanciais para outras empresas e a sociedade e por isso, não são sustentáveis no longo prazo”. A instituição afirma ter feito reuniões com 2.877 companhias onde investe para tratar de responsabilidade, governança e atenção às mudanças climáticas.

No início de fevereiro, questões ambientais no Brasil fizeram o Danske Banke excluir de dois de seus fundos as gigantes do agro Cargill, Bunge e ADM.

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