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Copersucar negocia créditos para 5,2 milhões de toneladas de carbono

As usinas de açúcar e etanol da Copersucar emitiram 5,2 milhões de créditos escriturados de descarbonização (CBios) desde o ano passado, o que equivale a 5,2 milhões de toneladas de carbono capturadas da atmosfera. Os créditos perfazem 15,4% dos títulos emitidos pela Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) desde 2020. A Copersucar lidera a iniciativa do programa nacional de biocombustíveis que permite a emissão de créditos de carbono.

Um CBio corresponde a uma tonelada de gases do efeito estufa (GEE) que deixaram de ser lançados na atmosfera. Para capturar a mesma quantidade de gás, seriam necessárias cerca de 36,4 milhões de árvores crescendo por 20 anos.

Para Luís Roberto Pogetti, presidente do Conselho de Administração da Copersucar, este resultado mostra a aderência das usinas sócias da companhia ao programa de descarbonização instituído pela RenovaBio. “Com um controle mais detalhado do ciclo de vida do produto, a Copersucar vem conseguido melhorar as notas de eficiência energético-ambientais [NEEA] das suas usinas, ampliando, assim, a oferta de CBios para o mercado”, completa. Isso significa que a quantidade de CBios gerada por litro de etanol vendido vai crescer, graças ao aumento do controle e da transparência do ciclo de vida do etanol.

Luís Roberto Pogetti, presidente do conselho da Copersucar: carbono será uma commodity

O sucesso da emissão e negociação dos CBios reforça o amadurecimento e a credibilidade do programa no mercado interno, além de contribuir para que o país cumpra os compromissos assumidos no Acordo de Paris. “O programa é um excelente instrumento para colocar o Brasil em destaque durante a COP-26, encontro que acontecerá em novembro, em Glasgow [Escócia], e que deve aprofundar a regulação da precificação no mercado futuro, tornando o carbono uma commodity mundial”, conclui Pogetti.

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