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Auxílio-emergencial bancarizou 38 milhões. Agora é preciso atendê-los, afirma vice da CEF

A pandemia e a necessidade do auxílio-emergencial proporcionaram a bancarização de 38 milhões de brasileiros pela Caixa Econômica Federal, afirmou seu vice-presidente de rede de varejo, Paulo Henrique Angelo Souza (imagem de destaque), durante o CIAB Febraban 2021 (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras organizado pela Federação Brasileira de Bancos), nesta quarta-feira (23). Por meio do aplicativo Caixa Tem, esse processo já nasceu digital, explicou Souza. Agora, o banco trabalha para entender como esse público, que até então, que não tinha acesso, interage com créditos, transferências e todos os serviços oferecidos.

O presidente da Central Única das Favelas (Cufa), Preto Zezé (ao lado), explicou que as famílias que enfrentaram vulnerabilidade em 2020 não esperavam que este cenário perdurasse tanto em 2021, com desemprego, fome e altos preços da cesta básica. Por isso, ele questionou as instituições bancárias: “Esse pensamento que o morador da favela é um público apenas carente precisa mudar. Eles tem seus saberes, precisam de microcrédito e de oportunidade para negócios locais. A favela tem uma economia interna a ser valorizada”.

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