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Turbinar preço pode tornar imóvel menos atrativo e comprometer renda de proprietário

Um estudo realizado pela plataforma de moradia QuintoAndar, sobre ‘a influência da precificação do imóvel na dinâmica da negociação’, mostrou que tentar alugar um imóvel pelo valor mais alto do que ele realmente vale pode comprometer a renda anual do proprietário em até 22%. Isso porque o preço errado torna o imóvel menos atrativo nos primeiros dias de anúncio, que são primordiais para garantir o sucesso da transação. E os gastos gerados pelo período de vacância traria prejuízos para o proprietário. Por outro lado, precificar o imóvel da forma correta pode aumentar os ganhos em até 37%.

A precificação elevada dos imóveis com objetivo de ‘sentir’ o mercado pode ser uma decisão equivocada, já que a atratividade de um anúncio se concentra nos seus primeiros dias. De acordo com o levantamento da imobiliária digital, as visualizações de um anúncio são 45% maiores que a média na primeira semana em relação às seguintes. No caso das visitas agendadas, o número é 41% maior que a média nos primeiros sete dias, e se torna menor que a média depois da terceira semana.

Ajustar o preço do anúncio pode ser uma solução para retomar o dinamismo na negociação do imóvel. Mesmo para imóveis que já estão disponíveis há mais tempo, uma mudança de preço que chegue mais próximo ao preço de demanda do imóvel faz com que ele seja alugado em até três semanas em média, sendo que a maioria é alugada em até duas semanas.

A tendência é que, quanto mais tempo o imóvel fica anunciado, maior terá de ser o desconto médio concedido para concretização do aluguel – sendo que o valor da própria unidade amplifica esse efeito. Ou seja, quanto mais caro o imóvel e maior o tempo do anúncio, mais elevado o desconto terá de ser. O desconto médio em imóveis alugados em quatro semanas é 60% maior que aquele concedido para imóveis similares alugados nas primeiras duas semanas, e mais do que o dobro do desconto das unidades com contrato fechado em menos de sete dias.

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