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Taxa de desemprego sobe para 13,8% em julho, aponta IBGE

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta quarta-feira (30) pelo IBGE, mostram que a taxa de desocupação no Brasil foi de 13,8% no trimestre de maio a julho de 2020 – a maior taxa da série histórica, iniciada em 2012. O índice corresponde a um aumento de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril, de 12,6%). Já em comparação com o mesmo trimestre de 2019 (11,8%) são 2 pontos percentuais a mais. A população desocupada chegou a 13,1 milhões de pessoas, aumento de 4,5% (561 mil pessoas) frente o mesmo período de 2019. Já a população ocupada recuou para 82 milhões, o menor contingente da série. A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, destacou a influência da pandemia do novo coronavírus nos indicadores. Para Beringuy, as iniciativas de distanciamento social dificultaram a busca por ocupação e, com uma flexibilização cada vez maior da quarentena, a tendência é que as pessoas voltem a buscar trabalho. “Além de tirar o trabalho, a pandemia também impossibilitou sua procura, ou por conta das medidas restritivas, ou porque as atividades econômicas estavam suspensas ou, ainda, por questões de saúde pessoal”, comentou.

Por que é importante

A queda do desemprego é essencial para estimular o consumo, aquecer a indústria e favorecer a recuperação da economia pós-crise do novo coronavírus

Quem ganha

A informalidade, que cresceu por causa do fechamento de vagas

Quem perde

Os desalentados, que desistiram de procurar uma ocupação

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