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Continuidade das reformas é “vacina para a economia”, diz Santander

Continuidade das reformas é “vacina para a economia”, diz Santander

Os indicadores modestos da atividade econômica no quarto trimestre de 2019 levaram o banco Santander a reduzir a previsão de crescimento do Brasil de 2,3% para 2% em 2020. Os impactos do coronavírus são pequenos, mas é preciso monitorar os efeitos da epidemia, disse a economista-chefe da instituição financeira, Ana Paula Vescovi, em entrevista à Exame. O banco espanhol espera inflação baixa neste ano, o dólar em torno de R$ 4,10 e vê um Congresso predisposto a aprovar as reformas do governo Jair Bolsonaro. “A grande vacina para nós é a continuidade da agenda das reformas”, disse Ana Paula.

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