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Previsões alarmistas falham e intermitentes são apenas 13,3% das vagas formais criadas

O Ministério da Economia informou nesta sexta-feira (22) que a abertura de postos com carteira assinada no país em 2019 teve o melhor desempenho em seis anos. No total, foram criadas 644 mil vagas formais. A modalidade de trabalho intermitente representou uma fatia de apenas 13,3% – cerca de 85,7 mil vagas. O resultado contraria algumas opiniões alarmistas feitas durante a discussão da reforma trabalhista e depois da aprovação da proposta, quando o tipo de contrato passou a ser permitido. O argumento era que a regulamentação iria gerar um onda de demissões, com as empresas fazendo as trocas por empregados sem jornada e salários fixos.

“Quero que vocês saibam que a massa salarial nesse país está diminuindo, os trabalhos com carteira assinada vão deixar de existir pra dar lugar ao trabalho intermitente. Vão sair do nosso direito coisas conquistadas há 60 anos”, escreveu o ex-presidente Lula no Twitter em janeiro de 2018. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, também usou a rede social para criticar a iniciativa.

“A MP da Reforma Trabalhista do Temer aumenta a exclusão e exploração dos trabalhadores(as). O trabalho intermitente, vedete da reforma, torna-se suplício total. É castigo!”, publicou em novembro de 2017.

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