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Presidente da Caixa diz que está sendo atacado por cortes no banco

Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães afirmou ao Estadão, em reportagem publicada nesta quarta-feira (13), que está sendo alvo de ataques “diuturnamente” após as mudanças promovidas em sua gestão. Com o objetivo de cortar R$ 3,5 bilhões em despesas, Guimarães já trocou todos os vice-presidentes da estatal, 38 dos 40 diretores e 74% dos 84 superintendentes regionais, segundo informa o jornal. “A Caixa é ineficiente nas despesas e ineficiente em cobrar receitas. O banco paga muito mais que a média dos concorrentes e recebe muito menos”, disse. Apesar disso, o gestor negou que tenha uma relação conturbada com o Congresso Nacional, historicamente contemplado com nomeações para o banco. “Não tenho nenhum problema em conversar. Mas é óbvio que estamos mudando as coisas aqui na Caixa. Vejo uma relação ótima e, se tiver alguma reclamação, vamos conversar.”

Por que é importante

Com as mudanças promovidas por Pedro Guimarães, o banco busca um perfil mais voltado para o mercado, sem intervenções políticas

Quem ganha

Os clientes da Caixa, que se beneficiam de uma gestão mais profissional

Quem perde

Grupos políticos que perderam espaço na Caixa

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